FLATLAND II de Patrícia Portela

to be is to be seen

Top 10 dos melhores espectáculos de 2005 pelo Diário de Notícias

Flatland II (Ser é ser Visto!) é um rapto de espectadores, um DVD ao vivo que se descasca num espectáculo multimédia e em diferentes realidades e performances, todas oferecidas à velocidade de um clic, incluindo a salvação graças a um homem da Telepizza, com direito a helicópteros, Aladinos, números de magia, insufláveis, e banda sonora de Enrio Morricone com lágrima no canto do olho e sabor a martini (ou a chocolate quente).
Por um momento, o mundo obedece mais uma vez, a uma construção paralela do próprio mundo. Teatro é terrorismo e Terrorismo transforma-se em teatro: ambos criam ficção em tempo real!

O homem plano conquista a imortalidade tridimensional através do loop.
Flatland II é um espectáculo multimedia, multifuncional, e sobretudo multifacetado onde as imagens, a acção, o design sonoro nos reportam para diferentes possibilidades de realidades e de espectaculos, sendo ambos apresentados como uma e a mesma coisa. Flatland II é um espectaculo que se descasca, o que se lê não é o que se vê, o que se vê não é o que se é, o que se faz não é e é o que se sente.

Subsidiado e apoiado por – Instituto Português das Artes
Uma co-produção Wpzimmer (BE), ZDB, Lugar Comum, Espaço do Tempo e João Garcia Miguel
Outros Apoios – C.M.L, C.M.O. / Junta de Freguesia de São Julião da Barra, Centro Nacional de Cultura, Telepizza, Braz & Braz, BOSCH, TESA Portugal, XEROX, Versailles, 5 à sec e Cafés Delta
Duração: 90 min aprox Lotação máxima : (depende do tamanho do autocarro)

Texto: em inglês com possibilidade de tradução simultânea

EQUIPA
Texto, imagem e coordenação Patrícia Portela
Interpretação Anton Skrzypiciel
Design sonoro Christoph de Boeck
Direcção técnica e composição gráfica de clips Helder Cardoso
Layout das noticias e DVD menu Irmã Lucia efeitos especiais
Captação de imagem vídeo
Leonardo Simões
Apoio técnico à iluminação Carlos Jorge Carmo
Captação de Imagem ao vivo Patrícia Bateira
Produção Patrícia Portela e Helena Serra
E guest star como telepizza man (todos os dias um diferente)

Duração: 90 min aprox Lotação máxima : (depende do tamanho do autocarro) 

Texto: em inglês com possibilidade de tradução simultânea

Agradecimentos especiais à Transforma e à SONY Portugal.
Agradecimento especial a Edgar Pêra pela captação de imagem num dos espectáculos.
Agradecimentos: António Saraiva, Ana Pais, Vasco Santos, Pedro de Almeida, Sónia Baptista, Rui Horta e toda a equipa de Montemor-o-Novo, Hélio Mateus, Miguel, António Delgadinho, Paulo Braga, Paula Cerejeiro, Inês Branco, Alexandra Prista, Diana Roquette, Naxto Checa, Marta Furtado, André, Pipa, Serguei,, Sr. João Paulo e Vale de Mafra, os senhores do Fiat Tempra, Maik Magic, João Tovar e Restart, Francisco Barbosa e Teatro Municipal de São Luiz, Luís Miguel Castro, João e Teolinda Portela, Marlene Trindade, Sofia Goulão, Eva Nunes, Jorge Barreto Xavier, José Estorninho, entre outros.
 
TOUR
Estreado em Lisboa na ZDB de 16 a 23 de Maio de 2005
Festival Citemor em Agosto de 2005
Festival de Imagem de Ghent, no Vooruit – de 20 de Fevereiro a 5 de Março

IMPRENSA
“o trabalho de Patrícia Portela parece-me um exemplo feliz dessa arte do futuro.”

“as duas primeiras partes da história do Homem Plano apontam, a meu ver, para uma nova modalidade de “texto” teatral que corresponde à fusão dele mesmo (quando é dito) com a sua dramaturgia.”

“a vertigem de imagens desconexas, o enlouquecido quiz show (...) a pardoxal acumulação de informação (disfunção onde a improvisação musical ocupa um lugar determinante) e as filmagens em tempo real não são um fim em si mesmos (...), antes fragmentos de uma alegoria subtil, que no lapso de tempo teatral condensa o tempo ciclico contemporaneo, onde um terrorismo de sons e imagens esbate os contornos do humano.”
Miguel-Pedro Quadrio in Diário de Notícias

“indefesos perante Patrícia Portela"

“a frase de apresentação – precisamos de espectadores corajosos que possam fazer de vitimas indefesas – já dá uma vaga ideia de que estamos perante algo “diferente” em que o espectador terá de participar. Mas não preparam ninguém para a surpreendente estrutura, nem para a actuação piramidal de Anton Skrzypiciel...”

“a temática não podia ser mais contemporânea: o papel das vítimas destes actos, a mediatização do terrorismo, o facto do que não é mediatizado não existe – ou não tem razão de existir – a grande confusão entre bandidos e heróis que relativiza relações, opiniões e sentimentos. Vão-se dizendo as verdades, ou melhor, vão-se expondo as questões, e as pessoas não páram de rir, o que é talvez mais um paradoxo a merecer consideração”.
José Couto Nogueira in O Independente
 
 




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